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Homem é preso por furtar coluna de sustentação de vidro do muro da USP

Segundo a GCM, suspeito é morador de rua e usuário de droga. Polícia investiga se vidros quebrados nas últimas semanas foram por vandalismo ou falha de projeto.


Um homem foi preso na noite desta sexta-feira (27) em flagrante por furtar uma das colunas de alumínio que sustentam o muro de vidro do campus da Universidade de São Paulo (USP), na Marginal Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. Um outro painel de vidro também estava quebrado, mas não se sabe quem ou o que causou o dano.
Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM), o homem é um morador em situação de rua de 38 anos e seria usuário de droga, que foi flagrado por volta das 22h. Os agentes o encontraram andando ao lado da Marginal com o objeto, de 3 metros de comprimento.
Luiz Carlos Rosa, de 38 anos, foi conduzido ao 91º DP e levado para audiência de custódia no Fórum da Barra Funda. A Justiça determinou sua prisão preventiva.

Vidros quebrados

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Vários vidros do muro da USP foram quebrados nas últimas semanas 
A Polícia Civil de São Paulo abriu inquérito para apurar o que está causando a quebra dos painéis do muro de vidro da raia olímpica da USP. No total, nove deles apareceram danificados neste mês.
Vandalismo, defeito no material e falha na execução do projeto são algumas das hipóteses que serão investigadas pelo 93º Distrito Policial (DP), no Jaguaré.
De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a delegacia solicitou que o Instituto de Criminalística (IC), da Polícia Técnico-Científica, periciasse o local onde os painéis foram encontrados quebrados.
O resultado do laudo poderá apontar as prováveis causas das quebras dos vidros que separam a Cidade Universitária e a Marginal Pinheiros.
Os painéis começaram a ser instalados em fevereiro deste ano, e a obra ainda não terminou. Formado por alumínio e vidros suspensos de 10 milímetros de espessura, com película de proteção, o novo muro terá 2,2 km de extensão e 4 metros de altura.

A inauguração de parte do novo muro aconteceu no dia 4 de abril, na semana em que o então prefeito João Doria (PSDB) deixou o cargo para se candidatar ao governo do estado.
Os painéis começaram a surgir danificados em 18 de abril, quando um vidro foi achado destruído. No dia 20 do mesmo mês, outros três painéis tinham sido quebrados. Na última terça-feira (24), mais três placas de vidro apareceram destruídas.
Em nota, a Prefeitura informou que "fará um convênio com a USP para que a Guarda Civil Metropolitana possa patrulhar a área" onde os vidros estão sendo quebrados. A suspeita da administração municipal é de vandalismo. Por isso, pediu mais segurança no local.
No comunicado, ela acrescentou que "repudia os atos de vandalismo contra o muro de vidro da USP, uma obra da universidade custeada pela iniciativa privada em benefício da cidade".
Segundo a Prefeitura, o vidro do muro da USP é cinco vezes mais resistente que o vidro comum. O trecho será monitorado por câmeras e também serão feitos o paisagismo e a iluminação por LED do trecho.
A raia da USP foi inaugurada há 45 anos, e o muro, construído há mais de 20. Testes preliminares feitos por pesquisadores no ano passado apontaram poluição maior do lado de fora do muro.
A obra envolve doações de 55 empresas e não tem custo para o município, segundo a Prefeitura.

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