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A Secretaria de Segurança Pública afirmou que o motivo se dá por questões de recursos, mas Iane Cardoso publicava nas redes sociais mensagens contra o PT
O governo do Paraná resolveu trocar a delegada que está à frente das investigações do assassinato do guarda municipal Marcelo Arruda, que foi morto pelo bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho no domingo 10.
O caso estava sob responsabilidade da delegada Iane Cardoso, que tinha nas redes sociais publicações contra o PT e chegou a dizer em entrevista que o assassino era ‘vítima’. A investigação será conduzida pela delegada Camila Cecconello, da divisão de homicídios.
À CNNBrasil, a Secretaria de Segurança Pública do estado afirmou que o motivo da troca se dá por questões de recursos, já que “a divisional de homicídios tem mais recursos e experiência para essa situação”.
O caso será assumido pela nova delegada e pelo delegado geral do estado, Silvio Jacob Rockembach, que já se dirigiram a Foz do Iguaçu.
Também nesta segunda, o procurador-geral de Justiça designou o promotor Tiago Lisboa Mendonça para acompanhar o caso. Ele estará com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Foz do Iguaçu (Gaeco), que também fará parte das investigações.

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