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Lula demite Nísia Trindade e confirma Padilha na Saúde

 Alexandre Padilha, atualmente, no comando da Secretaria de Relações Institucionais, assumirá posto




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu, nesta terça-feira (25), Nísia Trindade do Ministério da Saúde. Essa é a oitava troca na Esplanada dos Ministérios no terceiro mandato de Lula


 o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, assumirá o comando da Saúde. Sua posse será no dia 6 de março, conforme anunciado pelo Palácio do Planalto.

No cargo desde o início do governo, Nísia vinha enfrentando pressões para imprimir um viés mais político à pasta e concretizar entregas consideradas prioritárias por Lula.


No início do ano, as cobranças se intensificaram em diversas reuniões fechadas entre a ministra e o presidente, no Palácio do Planalto.

O entorno de Nísia chegou a reclamar do “abandono” das mulheres do governo e do PT na defesa de sua permanência à frente da pasta


Primeira mulher a chefiar o Ministério da Saúde, Nísia foi anunciada por Lula ainda na transição de governo, em dezembro de 2022. Anteriormente, ela havia presidido a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).


Na instituição, Nísia coordenou as ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Brasil, além de criar o “Observatório Covid-19”, uma iniciativa com o objetivo de monitorar e divulgar informações e notícias sobre a pandemia e seus impactos no país.


Indústria farmacêutica diz receber com ‘entusiasmo’ chegada de Padilha ao Ministério da Saúde


Grupo FarmaBrasil ressalta o histórico do petista no posto, com “ampliação da produção nacional de medicamentos”, e diz reconhecer avanços na gestão de Nísia ao citar o “fortalecimento da saúde pública brasileira”





Representantes da indústria farmacêutica disseram ter recebido com “entusiasmo” a chegada de Alexandre Padilha ao comando do Ministério da Saúde. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje a ida do petista para o cargo até então ocupado por Nísia Trindade, que foi demitida após insatisfação do governo com os resultados da pasta, em uma crise que escalou pelo menos cinco degraus desde 2023.

“O Grupo FarmaBrasil, que representa as 12 entre as maiores empresas farmacêuticas do país, recebe com entusiasmo a nomeação de Alexandre Padilha como ministro da Saúde e reafirma seu compromisso em trabalhar junto à nova gestão para fortalecer o setor e ampliar o acesso à saúde, inovação e pesquisa”, diz nota divulgada pela entidade que une companhias do setor.

Padilha, padrinho político de Nísia no governo, foi ministro na Saúde no governo Dilma Rousseff. A indústria farmacêutica ressalta o histórico do petista no posto, com “ampliação da produção nacional de medicamentos”, e diz reconhecer avanços na gestão de Nísia ao citar o “fortalecimento da saúde pública brasileira”.

“Ao longo de sua trajetória, Padilha se destacou pelo amplo conhecimento dos desafios e oportunidades do setor de saúde, desempenhando um papel fundamental na formulação e implementação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do sistema de saúde e o complexo industrial da saúde no Brasil. Sua experiência o torna uma figura chave para promover avanços significativos na área”, disse o presidente-executivo do Grupo FarmaBrasilReginaldo Arcuri.






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