Homem estava entre os criminosos que invadiram o Hospital Municipal Pedro II, na Zona Oeste do Rio, na última quinta (18)
Um dos criminosos apontados como principais responsáveis pela
O homem assassinado também seria um miliciano e já vinha sendo monitorado pela PC. Ao lado de seu corpo foi deixado um colete falsificado da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) da PCRJ.
De acordo com a corporação, equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), estavam no encalço do homem quando encontraram o corpo.
A Delegacia de Homicídios foi acionada e realizou perícia no local. As investigações da PC seguem em andamento para capturar os envolvidos na invasão e os executores do miliciano.
O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, afirmou que a ação não interromperá a busca pelos criminosos envolvidos nos crimes.
“Desde o primeiro momento, a Polícia Civil já havia identificado o criminoso. As diligências da DRE-BF estavam no encalço do grupo, que, sabendo estar prestar a ser preso nas próximas horas, decidiu executar um de seus integrantes, na tentativa de evitar um confronto com a polícia. Essa ação não vai interromper a busca incansável de nossas equipes pelos criminosos”, declarou Curi.
Invasão a hospital
Na quinta-feira, milicianos armados e encapuzados invadiram o hospital com a intenção de matar um paciente que estava internado. Segundo a Polícia Militar (PM), eles renderam os seguranças na garagem do hospital.
As primeiras apurações indicam que o paciente, Lucas Fernandes, teria testemunhado crimes. No momento da invasão, ele já havia sido operado após ser atingido por nove tiros e estava na enfermaria. Ninguém ficou ferido durante a ação, e a localização dos criminosos ainda é desconhecida.
Para garantir sua segurança, Lucas foi transferido ainda na madrugada para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, onde permanece sob custódia
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a invasão ocorreu por volta das 2h30. Entre os oito invasores, um utilizava uniforme da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), da Polícia Civil do Rio.
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O corpo foi encontrado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), que já monitorava os suspeitos
A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou, neste sábado (19/9), que um dos criminosos envolvidos na invasão ao Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, foi morto pelos próprios comparsas poucas horas após o ataque. O homem foi identificado como Erlan Oliveira de Araújo.
O corpo foi encontrado pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA-BF), que já monitorava os suspeitos. Ao lado da vítima, os milicianos deixaram um colete falsificado da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).
De acordo com o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, o miliciano morto era considerado um dos principais responsáveis pela invasão e já havia sido identificado pelas autoridades.
“As diligências da DRE-BF estavam no encalço do grupo, que, sabendo estar prestes a ser preso nas próximas horas, decidiu executar um de seus integrantes, na tentativa de evitar um confronto com a polícia. Essa ação não vai interromper a busca incansável de nossas equipes pelos criminosos”, afirmou.
A Delegacia de Homicídios (DH) foi acionada e realizou perícia no local onde o corpo foi encontrado. As investigações agora miram não apenas os responsáveis pela invasão, mas também os executores do miliciano.
O ataque ao hospital
A madrugada de quinta-feira (18/9) foi marcada por cenas de guerra dentro do Hospital Municipal Pedro II. Oito criminosos armados invadiram a unidade em busca de Lucas Fernandes de Souza, de 31 anos, que havia sobrevivido a um atentado horas antes.
Segundo a Polícia Civil, o objetivo era matar o paciente para impedir que ele identificasse os autores da emboscada. Um dos invasores usava um colete balístico da Draco, numa tentativa de se passar por policial.
Lucas havia sido levado ao centro cirúrgico, mas transferido para a enfermaria pouco antes da ação, o que frustrou o grupo. Eles renderam seguranças na garagem e seguiram direto para o bloco cirúrgico, sem encontrar o alvo.
Por medida de segurança, a Prefeitura informou que o paciente foi novamente transferido para outra unidade, com nome alterado no sistema, para evitar novas investidas.


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