Segundo suposto livro Abre-Alas, desfile criticaria representantes do agronegócio,'peruas' de classe alta, defensores da Ditadura Militar e evangélicos
Olha, até difícil de acreditar que um troço desses é real.
O Lula tá fazendo um desfile de carnaval, com um bloco inteiro dedicado ao preconceito religioso.
Os 50 milhões de evangélicos do Brasil estão pagando isso tudo.
Inadmissível. Levaremos esse crime à justiça. https://t.co/Q6VNIbpeg6
Desfile que homenageia Lula tem alas com fim da escala 6x1 e "taxação BBB"
O desfile da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que homenageia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem um roteiro que expõe "marcas" eleitorais das gestões petistas e dá ênfase às bandeiras escolhidas pelo governo na campanha pela reeleição, como o fim da escala 6x1 e a "taxação BBB" (bancos, bilionários, bets).
De acordo com o roteiro divulgado pela Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), a Acadêmicos de Niterói terá a apresentação de 25 alas no desfile, que começam abordando a trajetória de Lula como retirante nordestino e sua atuação sindical.
Na continuação, as alas dedicam-se a programas sociais criados ou reempacotados pelos governos do PT, como Bolsa Família, Luz para Todos, Prouni e Minha Casa, Minha Vida.
A "reconstrução" dessas políticas, também exploradas como marcas eleitorais, foi uma das principais bandeiras de Lula na disputa contra o então presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022.
À medida que o desfile evoluir, a escola de samba pretende destacar assuntos atuais, como a tributação de super-ricos e a redução da jornada de trabalho.
Na ala denominada "Taxação BBB", as fantasias mostram sacolas de dinheiro (em referência à fartura dos bilionários) e cabeças com cartolas (como são conhecidos os dirigentes de clubes de futebol), tentando associá-los às apostas esportivas.
Já a ala intitulada "Pelo fim da escala 6x1" prevê um figurino que inclui relógios, em uma menção à sobrecarga de trabalho, segundo o roteiro divulgado pela liga das escolas de samba.
"A indumentária faz uma crítica aos patrões que controlam o tempo dos funcionários como se fossem brinquedos ou robôs", afirma.

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