Senador visitou o ex-presidente, que está internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília
Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2025 e cumpre pena de 27 anos e três meses em regime fechado na Penitenciária da Papuda, em Brasília.
Piora da saúde de Bolsonaro pressiona Moraes
aliados de Bolsonaro comparam caso ao de Fernando Collor, que obteve benefício do próprio Alexandre de Moraes
A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro agravou a pressão sobre o ministro Alexandre de Moraes para que conceda prisão domiciliar ao ex-mandatário. A internação foi inicialmente divulgada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e gerou imediata mobilização de aliados nas redes sociais.
, o rápido agravamento da saúde de Bolsonaro intensificou os apelos para que ele seja autorizado a cumprir a pena em casa.
"Aliados do ex-presidente dizem que agora fica muito claro que essa internação dele às pressas, e o agravamento da saúde dele, de modo tão rápido, aumenta a pressão sobre o ministro Alexandre de Moraes", afirma Jussara. Ela destaca que o ministro vem sendo criticado por supostamente ignorar os alertas médicos sobre o estado de saúde do ex-presidente.
Um dos principais argumentos utilizados pela defesa de Bolsonaro é a comparação com o caso de Fernando Collor. O ex-presidente, preso no âmbito da Operação Lava Jato após condenação em trânsito julgado, permaneceu poucos dias em regime fechado antes de conseguir prisão domiciliar devido a um laudo médico que atestava Parkinson.
"E o magistrado que decidiu isso foi o próprio Alexandre de Moraes. A defesa e os aliados acabam dizendo que os casos são muito semelhantes e que a situação de Bolsonaro é ainda mais grave", relata a analista.
Até o momento, não foi apresentado um novo pedido formal de prisão domiciliar. Em manifestações anteriores, Alexandre de Moraes havia argumentado que a Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe de estado, possui infraestrutura adequada para oferecer o tratamento médico necessário.
Com o recente agravamento da condição de saúde, cresce a expectativa entre aliados de que o ministro possa reconsiderar sua posição e autorizar que Bolsonaro cumpra a pena em regime domiciliar.
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